15 comentários sobre “Seção diálogos: Quando a falência é dos outros

  1. perfeito sobe e desce da natureza humana, viva o deus dinheiro,meu pai já em 1940 me dizia jogar na bolsa é idiotice, era rico e nunca derramou uma gota de suor por causa da especulação, aplicava e moeda forte e ouro,ja no século 19 seu pai, meu avô se danara todo na bolsa, meu pai precisou largar o estudo cair na vida sustentar a fampilia, mãe duas irmãs, o seu pai falecera por causa da falência, ganhar dinheiro até que é fácil perde-lo mais fácil ainda, o bom mesmo é não ligar pro sonante e dormir sossegado, meu velho me dera três conselhos: não jogar na bolsa, não acreditar nas companhias de seguro e nunca ter sócio em negócio, isso vale até hoje

    abraço

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  2. Perfeito! É o que digo pra Carol, trabalhar com bem-estar sempre é um mercado seguro. Afinal, que ser humano não quer sentir-se bem e estar seguro de que isso permanecerá por muito tempo?

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  3. Lembrei do Augusto Matraga quando as coisas estavam ficando pretas:
    “Quando chega o dia da casa cair – que, com ou sem terremotos, e um dia de chegada infalível, – o dono pode estar: de dentro, ou de fora. É melhor de fora. E é a só coisa que um qualquer-um está no poder de fazer. Mesmo estando de dentro, mais vale todo vestido e perto da porta da rua.
    Mas, Nhô Augusto, não: estava deitado na cama – o pior lugar que há para se receber uma surpresa má.”

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