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Um repórter, finalmente!

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Interrompo o que vinha escrevendo, mais uma crônica fortuita sobre a vida por aqui, para publicar algo sobre um assunto que não sai de minha cabeça há dias. Sem rodeios: estou falando da série de artigos em que Luís Nassif faz um ataque direto à temida, mas há tempos desacreditada, revista Veja. A polêmica me impressiona vivamente. Ora, por quê, se os textos do jornalista não contêm nada de particularmente novo nem sobre a Veja, nem sobre Daniel Dantas, nem sobre Diogo Mainardi (os dois alvos principais)? Muito bem, quero aqui expor meus motivos.

O que me chama a atenção, no caso, não são as acusações de Nassif. Honestamente, elas não me surpreendem nem um pouco. Há pelo menos dez anos, quase ninguém no meu círculo de conhecimentos lê a revista com regularidade; quem lê, geralmente o faz como se consultasse um barômetro das picuinhas empresariais e governamentais do Brasil. Eu mesmo deixei de passar os olhos pela Veja quando ainda estava no colégio, cansado de afirmações atiradas ao vento, sem atribuição de fontes, e naquele tom nervoso que sempre me pareceu de uma vulgaridade vergonhosa. Depois, acompanhei à distância a decadência do periódico: as capas com temas irrelevantes, os outdoors beócios, a dissipação da credibilidade.

Meu último contato com a revisa foi por ocasião do plebiscito da venda de armas. O uso pouco rigoroso (estou sendo bem eufemístico) das estatísticas foi a gota d’água. Percebi que a direção de Veja tinha perdido o senso de realidade e o respeito pelo público. Já vivendo na França, fiquei sabendo da embrulhada envolvendo um editor da revista e John Lee Anderson, um dos maiores jornalistas do mundo, e cheguei à conclusão de que as exalações do rio Pinheiros podem estar afetando a mente dos funcionários da editora Abril. Hoje, acho que, entre os leitores de Veja, sobraram apenas aqueles que desejam ver reproduzidas suas próprias opiniões; ou, no máximo, pessoas que sentem uma necessidade enorme (não é meu caso) de receber, toda semana, uma revista qualquer para ler, e consideram (não sem razão) os concorrentes da revista da Abril ainda piores do que ela.

Quanto a Nassif, eu pouco sabia sobre ele. Por uma, sabia que toca bandolim, o que não confere a ninguém particulares habilidades de reportagem. Sabia que se formou na ECA-USP (acho que estudou também na FEA-USP, mas posso estar enganado), que é mineiro de Poços de Caldas, e trabalhou na Folha de S. Paulo, no Estadão e na própria Veja. A melhor informação que eu tinha sobre ele era seu prazer diabólico em torturar jornalistas: quase sempre mandava sua coluna da Folha depois do horário combinado e muito maior (ou menor) do que o espaço disponível. Eu realmente não tinha idéia de sua experiência no chamado jornalismo duro; traduzindo, eu não sabia se (ou que) ele tinha sido repórter.

Foi e ainda é, pelo visto. E finalmente chegamos ao que me impressionou nos ataques do jornalista à poderosa revista. Foi provavelmente a primeira vez que li um texto produzido no Brasil, pelo menos durante meu período de vida, que tem a aparência e todos os aspectos de uma verdadeira reportagem. Não quero ofender os repórteres brasileiros, por favor não me leve a mal: mas o que entendemos por reportagem no Brasil, e estou falando da prática, não da teoria, são textos relativamente curtos, sem seguimento, pouca menção a documentos, dificilmente uma citação de fontes, rara clareza do que está em jogo.

Isso não é culpa dos jornalistas, evidentemente. Os veículos brasileiros, acredite, são pobres, têm cada vez menos repórteres especiais (aqueles que não fazem nada de específico e têm como função investigar fatos que se tornem os grandes furos que sustentam uma empresa jornalística), não conseguem gastar com viagens, fundamentais para a produção de reportagens longas e rigorosas, não têm músculo para matérias em série (certos jornais simplesmente “não fazem”, se recusam, como se fosse uma determinação da casa: já ouvi isso da boca de um editor), enfim, não podem dar espaço para textos bem desenvolvidos.

O resultado é que as grandes reportagens brasileiras consistem em entrevistas que vêm bem a calhar para os entrevistados, como as de Getúlio Vargas para Samuel Wainer, Pedro Collor para a Veja e Jader Barbalho para a Folha, para citar as que são provavelmente as mais conhecidas. Ou, pior ainda, os dossiês entregues prontos por gente interessada (Nassif fala disso em relação à Veja, mas a prática é muito disseminada), que os veículos de comunicação só têm o trabalho de, se tanto, apurar rapidamente (eis um advérbio de duplo sentido no jornalismo) e colocar no formato certo. O último método consiste no “jornalista esperto”. Os de televisão usam câmeras escondidas a torto e a direito, os da mídia impressa se fazem passar, por exemplo, por consumidores interessados em algum serviço, e assim se consegue chegar a alguma denúncia bombástica.

Outro motivo para essa pobreza de investigação na reportagem brasileira é o nível de exigência do público, reconhecidamente baixo. Um leitor da Veja, por exemplo, não faz a menor questão de apurações, citações de fontes e documentos, nada disso. Só quer as diatribes virulentas, e as recebe com juros. Os demais estão contentes em ouvir, digamos, as denúncias do falecido Toninho Malvadeza contra sei lá qual líder do PMDB, ou as suspeitas que pesam sobre alguma privatização do governo Fernando Henrique. Uma apuração rigorosa e demorada de qualquer dessas informações seria custosa e traria pouco benefício: a concorrência daria a matéria antes, o público não conseguiria reconhecer a diferença de qualidade dos materiais. Resultado, o veículo que apurasse terminaria com um tremendo abacaxi entre as mãos.

Para aprofundar um pouco: por que o nível de exigência do público é tão baixo? Difícil responder, mas arrisco algumas idéias: em primeiro lugar, é um público estreito. Pouca gente lê jornais no Brasil, efeito do alto índice de analfabetismo funcional, da história curta do nosso jornalismo e, num círculo vicioso, da baixa qualidade do produto oferecido. Além disso, o bom jornalismo brasileiro (Última Hora, o antigo JB, o antigo Estadão, a revista Diretrizes) sempre foi abafado pelo mau jornalismo (O Cruzeiro de David Nasser e tantos outros que mais vale não mencionar) e pela censura, que levou à morte, ao exílio ou ao silêncio alguns dos nossos melhores repórteres, da ditadura de Getúlio até nosso último regime semi-totalitário (que é como a jabuticaba, só tem no Brasil). Finalmente, nosso país começou a ter uma imprensa muito tarde, no século XIX, e o advento do rádio e da televisão nos apanhou sem uma tradição de leitura. Foi fatal.

Quando vim morar fora, em 2006, Nassif ainda era colunista da Folha. Sua saída me surpreendeu, mas também me ajudou a compreender algo interessante. Naquelas duas mirradas colunas da página três do Caderno de Economia (ah, desculpe, Dinheiro), ele jamais poderia publicar a reportagem enorme e tão completa que vem colocando em sua página de internet. Pois bem, viva a internet. Muita gente discute se ela vai acabar com o papel, e a resposta é um evidente e sonoro “Não”, seguido, talvez, de uma risada. Mas as possibilidades do mundo online são, de fato, fantásticas, como dizem. Compensam e colocam em xeque uma série de vícios e limitações da dita “imprensa tradicional”: ela terá de se adaptar, e acabará conseguindo. Por outro lado, é curioso que, há anos lendo blogs e páginas de todo tipo, só
agora eu me depare com algo que me entusiasma, ao menos no que diz respeito ao jornalismo. E, curiosamente, vindo de alguém que fez carreira na dita “imprensa tradicional”. Sem contar, a propósito, a enorme contribuição, muito bem aproveitada por Nassif, das caixas de comentários e contribuições por e-mail, fontes de informações que repórter nenhum deve negligenciar, muito mais ricas do que as cartas que chegam a uma redação.

Concluindo: é uma alegria enorme ver uma reportagem de verdade na minha língua natal. Fez-me lembrar um livro excelente para quem se interessa por jornalismo: The Elements of Journalism, de Bill Kovach e Tom Rosenstiel. Tenho certeza absoluta de que essa obra foi editada no Brasil. Nassif contextualiza o que diz, expõe claramente em que ponto ele próprio está envolvido no que relata, publica cópias dos documentos que comprovam suas afirmações, dá nomes a todos os bois. Não seria nem o caso de parabenizá-lo por isso. Em teoria, ele nada mais fez, senão o trabalho do jornalista.

Para reduzir um pouco o tom laudatório do texto, mando uma crítica: alguns abusos nos adjetivos comprometem o tom geral de seriedade das denúncias. Mesmo assim, se, por um lado, ao desmascarar as práticas pouco ortodoxas de Veja (repetindo: muitas delas já bem conhecidas) Luís Nassif presta um serviço ao público leitor brasileiro, por outro, ao fazê-lo como faz, ou seja, através de um trabalho jornalístico bem conduzido, ele presta um serviço à nossa imprensa como um todo. Para mim, isso é o mais importante da série.

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18 comentários sobre “Um repórter, finalmente!

  1. Anny disse:

    Pois é. Não assino a Veja. Leio de quando em vez.E a descaração dela colocar em suas capas sociopatas, me fez desistir dela para sempre.

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  2. osrevni disse:

    Só quero lembrar que o texto não é uma crítica à Veja (embora haja uma embutida), mas um comentário sobre o rigor jornalístico do Nassif…

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  3. osrevni disse:

    Reproduzo aqui o comentário de Ivo Korytowski que foi publicado por engano no post anterior:Na minha modesta opinião, acho que a Veja e a imprensa em geral fazem muito bem em denunciar as desonestidades que cercam o governo – este, ou qualquer outro. O que a esquera quer? Uma imprensa amordaçada, como no tempo do regime militar? Uma imprensa servil, como no tempo do Estado Novo? Viva a liberdade de imprensa (com responsabilidade e cumprindo estritamente a lei)! Abaixo as ditaduras: de direita, sim, mas de esquerda também!

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  4. osrevni disse:

    Reproduzo também minha resposta, que postei como comentário em seu blog:Não sei o que a esquerda quer; aliás tampouco sei o que a direita quer. Sei o que eu quero: jornalismo feito com qualidade, algo que jamais vi no Brasil (talvez tenha existido antes, não sei, sou jovem). Aliás, é sobre isso que escrevo no meu texto sobre o Nassif, onde não há uma única menção a esquerda, direita, governo, política ou nada disso. De direita ou de esquerda, eu gostaria muito de ver a qualidade de reportagem que encontro nos veículos americanos e europeus, por exemplo. É engraçado, mas de todos os comentários que recebi até agora, NENHUM fala de jornalismo, NENHUM comenta o que eu escrevi. Todos falam da Veja: ou falam mal ou falam bem. E olha que não é o tema do post…Quanto a denúncias, nunca vi Veja fazer uma denúncia. Vi, sim, afirmações vagas, cheias de adjetivos grosseiros e insinuações que fazem lembrar Carlos Lacerda. Se Veja, ou algum outro veículo de imprensa, fizesse de fato DENÚNCIAS, a vida dos nossos governos seria bem mais difícil…

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  5. Sandro Fortunato disse:

    Nassif é “O” exemplo de ética, sobriedade, consciência e de perfeita integração entre prática e teoria jornalística. Seu “O jornalismo dos anos 90” é um dos meus livros de (p)referência. Quando eu crescer, quero ser igual a ele.Espero que, com o nome que conquistou, a experiência que adquiriu e as facilidades de exposição que a Internet permite, ele só pare SE cansar. E espero que não canse tão cedo. Nos meus tempos de faculdade de jornalismo (final dos 80/início dos 90), dois livros eram de leitura obrigatória: “A história secreta da Rede Globo” e o então recente “Afundação Roberto Marinho”, de Roméro Machado que, ao final, prometia outros dois livros que continuaria a contar os podres dos bastidores da poderosa. Até onde eu saiba, nunca saíram. E Roméro sumiu do mapa. Somente há uns dois anos, encontrei um site com o qual ele colaborava. Adelaide Carraro, escritora com cerca de 50 títulos (vendeu milhões de livros nos anos 60 e 70 e que, junto, a Cassandra Rios, outra campeã em vendas, só viria a ser batida nesse quesito por Paulo Coelho), também passou por isso. Escreveu um livro onde falava dos bastidores do SBT, onde trabalhou. O livro nunca foi publicado. Até onde se sabe, o próprio Sílvio Santos “comprou” os originais diretamente do editor. Anos depois, seria publicado o “Adelaide Carraro no mundo cão de Sílvio Santos”, em forma de depoimento e assinado por uma terceira pessoa.Mas, a censura tem muitas (e novas) faces… Deu no Pedro Doria, Abril censura link para blog do Luis Nassif – Dia 14/02 – “Quem tenta enviar um link para o blog do Luis Nassif utilizando e-mail com o domínio abril.com.br nao consegue.O firewall interno da Editora Abril está bloqueando as mensagens com o link. Certo tipo de conteúdo eles nao ajudam a divulgar”. Fonte: http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&id=81882Quanto à reportagem em si, hoje é algo quase inexistente no Brasil. As prioridades dos veículos de comunicação são a pressa e o consumo, sem qualquer compromisso com a verdade ou com a ética. Escândalo vende? Vamos a eles. Bunda vende? Tome bunda. Simples assim. É o jornalismo refrigerante. Estupidamente gelado, finge matar a sede de informação. Reportagem não sobrevive nesse ambiente. Daí a migração de velhos e novos repórteres (desses que nascem com a reportagem no sangue e não dos que pensam poder revestir-se dela pela mágica de um diploma) para a pesquisa história e biográfica, que exige um esforço de reportagem que, há anos, só muito raramente se encontra na imprensa brasileira.

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  6. Blog do Aureo: Tragicômico e Instrutivo disse:

    O post faz jus ao conteúdo. Condutas corajosas e coerentes devem ser enaltecidas, numa época em que se prefere dizer as coisas pela metade para não se comprometer.Aureohttp://aureolopes.blogspot.com/

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  7. Lelec disse:

    Olá, caríssimo Diego,Há muitas coisas a serem discutidas aqui nesse post, mesmo não sendo eu um jornalista. Sou apenas um leitor que tenta se informar decentemente.Concordo com você que a tradição de se fazer reportagens ficou de lado no Brasil. Lembro-me de reportagens corajosas da Placar, sobre escândalos de loterias esportivas e “Atletas de Cristo”. Mas isso ficou para trás.Hoje, as mídias mesmerizam audiências com o famigerado “jornalismo-verdade”, do tipo “Aqui Agora”, que não se sustenta em pé com todo seu sensacionalismo.A Veja, por sua vez, está se tornando cada vez mais um veículo de opinião, não de reportagens. Ela se sustenta pela visibilidade de gente como Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo, que têm, é claro, suas inegáveis virtudes.O que mais me incomoda na Veja são “reportagens” que são explicitamente desonestas, embora queiram se passar por imparciais. A capa sobre o desarmamento foi aviltante, assim como aquela em que colocou Alckmin “O Desafiante”, logo após o primeiro turno de 2006. A reportagem era feita apenas com fotos em preto e branco, mostrando um lado “família” e bonzinho do candidato tucano. Nauseante.Mas também vejo a reação de Nassif como algo histriônico. Vale lembrar, ele só começou a atacar a Abril e a Folha depois que foi enxotado de lá. Muito estranho… E, pelo que li, sua demissão da Folha, após denúncia do Mainardi, foi justíssima, após ter cometido grave falha ética.Bem, gostaria de dizer também que coloquei uma pequena nota sobre você no meu último post lá no blog. Pus um link para este texto e para “O caso dos pensadores mortos”. Dê uma olhada. Espero que goste.Abração,Lelec

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  8. Manoela Afonso disse:

    olá diego, qto tempo hein! pois é, sabe o que me assusta? os recém-formados… dia desses, em brasília, fomos tomar uma cerveja com um amigo nosso, que tava saindo com uma recém-formada da unb, q trabalhava no wwf… enfim… eu estava falando da porcaria toda dos cadernos de cultura, que discutem novela, celebridades, fofocas do mundo da arte, da moda, mas que não contribuem em nada para um pensamento, uma crítica, enfim, como os bons tempos de ferreira gullar. e eu disse a ela que seria melhor ter artistas e teóricos escrevendo sobre o assunto… ela, então, cheia de razão, disse que não é possível, quem tem o poder da pena é o jornalista, pois ele tem o domínio da linguagem que possa fazer a ponte entre a informação e o público (creio que eles pensem que o público seja idiota)… sem falar que canse de mandar textos redondinhos para serem publicados e esses desgraciados alteram tudo, inclusive o sentido do texto! olha… eu não leio mais jornais não, revista assino a bravo (da qual cansei tb, muita coisa inconsistente, como você mesmo falou, dem dados, sem referências)… tb acredito na internet. um bjo

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  9. João disse:

    Muito interessante esse post, Osrevini. E o Elementos do Jornalismo realmente saiu no Brasil, e com prefácio do Fernando Rodrigues, da Folha.

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  10. com a internet, já não sinto falta – e não sentia antes, propriamente – de adquirir jornais. não leio a “oia”, isto é a ” veja” nem me pagando, é o mínimo que posso fazer. de qualquer forma, pra dialogar com sua crônica, penso que mais importante que a diversidade do mesmo, revistas, jornais, tevês, e que tais, que tenham o mercado como premissa, é a diversidade do diverso, a possibilidade de uma mídia pluri-ideológica.
    bom, é isso aí parceiro. obrigado pela visita.

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  11. Diegão,

    Tenho acompahado essa reportagem do Nassif sobre a Veja, Dantas e Mainardi e concordo que seja talvez uma das melhores que apareceram nos últimos tempos.

    Será que ele anda armado? Qual é a do Nassif com isso tudo? Ganhar um prêmio Esso?
    Carlos Josemberg

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  12. Jonas Gonçalves disse:

    Diego, respondi ao seu comentário no meu próprio blog, mas resolvi fazer o mesmo aqui, lendo o seu.

    Concordo com as suas críticas (construtivas e realistas) à imprensa brasileira atual. Há uma ausência quase que total de apuração, trabalho jornalístico de fato. O índice de erros tanto em revistas quanto em jornais é gritante.

    Nunca gostei desse tom agressivo da Veja. É interessante ver como as manifestações contra essa postura editorial estão aumentando.
    Jonas Gonçalves

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  13. Oi, Diego, beleza?

    Gostei muito do teu texto, e também tenho acompanhado com grande interesse essa disputa Veja X Nassif.

    Fico cada vez mais contente de ver que o blog do cara està explodindo de visitas e comentàrios. Quanto mais essa informação se espalhar, melhor; e teu site também realiza esse papel além de apresentar tua anàlise pessoal. Muito bom.

    Abraço.

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  14. Pingback: A sabedoria da inquietude e da desconfiança – A Terceira Margem do Sena

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